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Conhecimento

– Todo nosso conhecimento é adquirido através de nosso interesse em aprender. Gosto de saber e de entender. Independentemente do que estudei na escola, tive uma família que estimulava o conhecimento e sempre li muito.

Devido à graduação em Arquitetura e Urbanismo, ela aprendeu sobre História da Arte, composição e plástica, técnicas expressivas e também sobre espaço e ambiente, territorialidade, Genius Loci, percepção ambiental… gestalt!

– Compreendi melhor o ser humano e sua singularidade e como tudo isso interfere em sua percepção ambiental e qualidade de vida. 

No Mestrado (PROPAR da UFRGS), ampliou conhecimentos sobre o ser humano e o ambiente, sua percepção relacionando luz e cor e bem-estar. Sua dissertação foi indicada para publicação. A luz e a cor – temas trabalhados – resultaram em mais um livro. Já tinha três: dois de poesia e o depoimento familiar.

Durante dois anos com estágio e monografia, a pós-graduação em Arteterapia, deu-lhe a competência para ser arteterapeuta. Marilice formou-se na 1a. turma da cidade de Porto Alegre/RS. Era 2004. Obteve registro 075/0808 na Associação de Arteterapia do Rio Grande do Sul que recém se formava.

Encontrei na Arteterapia minha maior realização profissional, diz Marilice. Tudo que estudei (2 anos de Belas Artes, 1 ano de Artes Cênicas, 7 anos de música, entre outros cursos de Literatura) unidos ao cuidado passaram a ter total sentido. Tudo que aprendi também com meus filhos estava ali, pois a arte sempre esteve presente em nosso cotidiano familiar.

Sua monografia do pós-graduação em Arteterapia foi arduamente trabalhada e tornou-se  livro em 2018. Registrava ali a primeira oficina de poesia em Porto Alegre, quando teve seu start no cuidado através da escrita.

Marilice escreveu Ressurgimento e, com este livro recebeu com muito surpresa o Prêmio Açorianos de Poesia em 2006, o mais importante do RS.

Dois anos depois, editou a revista O Cuidador – Orgulho de Ser. Foram 40 edições bimestrais. Foi capista, revisora, editora-chefe e administrou vendas.

Com a crise nacional de 2015, parou de editá-la. Logo a colocou na internet para haver acessibilidade à Enciclopédia O Cuidador (baize aqui gratuitamente o arquivo com as capas e os temas da coleção. Pouco depois, uma exposição com as capas das revistas e seu processo criativo ocorreu no Centro Cultural Erico Veríssimo.

Marilice segue com seu trabalho. Já atendeu pessoas de todas as idades, de muitos perfis. Dedica-se ao cuidado de seus pacientes utilizando todos os recursos artísticos que adquiriu e continua adquirindo, pois não parou de estudar.

Conheça seus projetos. Se desejar aprender com essa profissional, inscreva-se. Há oficinas, vivências, workshops, cursos e palestras. E também o cuidado através do estímulo criativo.