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A FÁBULA DO CUIDADOR – um livro lúdico

A FÁBULA DO CUIDADOR – um livro lúdico

A FÁBULA DO CUIDADOR é um texto repleto de pensamentos positivos e de ensinamentos de vida. Marilice Costi produz uma deliciosa alegoria sobre as relações e os sentimentos, propondo ao seu leitor a crença nos próprios sentimentos e nos próprios sonhos, estimulando-o a fazer, tal qual a Edelvais: sair em busca deles.

Jane Tutikian, escritora e Diretora do Instituto de Letras/UFRGS
________

Esta fábula se inscreve entre as obras que procuram iluminar uma das questões mais urgentes na sociedade contemporânea, em que se faz necessário um segundo nascimento do masculino, com a construção afetiva de um novo homem diante do surgimento de uma nova mulher. Uma leitura necessária a todos.

Dilan Camargo, escritor

________

Indicado para atividades em grupos e na arteterapia em oficinas individuais ou grupais.

Você faz jogos?

A capitulação do livro A fábula do cuidador é apropriada para transformar esta fábula em um game ou uma animação.

________

Conheça, abaixo, parte do capítulo: A Raposa, o Cavaleiro e a Edelvais

De longe, a Raposa viu que um Cavaleiro observava a flor à distância. Parecia ter receio de se aproximar.
– Flores são sensíveis a homens que choram. – disse-lhe a Raposa, ao perceber que o Cavaleiro tinha os olhos laminados d´água de dores colhidas em outros tempos.
A Raposa observou a delicadeza dele ao se aproximar, apesar do enrijecimento dos movimentos por causa da armadura na qual estava preso há tanto tempo, e pensou no quanto eles, juntos, poderiam modificar suas vidas.

Ele era do tipo que se irritava facilmente, era quando o volume de sua voz aumentava. Era preciso cuidar disso porque o som dissonante descontrolava a química da flor. Fale baixo, tome cuidado – alertou-lhe ela. Ele ouviu-a com atenção. O Cavaleiro puxou sua agenda e anotou os cuidados a tomar mesmo sabendo que não se responsabilizaria pela flor. Não sabia o motivo, mas ela lhe atraia. 1º) Falar com delicadeza. Ele andava com a memória cansada e não queria gastar energias com ela. Não sabia o porquê, mas sentia-se bem ao seu lado.

– Ao cativares uma edelvais – continuou a Raposa – você se tornará parte da vida dela, precisará regá-la com frequência, protegê-la do frio e dos vendavais. É por isso que ela necessita da redoma: para reter calor e umidade. Ali também ela cuida de suas pequeninas estrelas.
A Raposa falava àquele homem, que se assustava com os batimentos do próprio coração. Tinha tremores de medo de sofrer, estava cansado de carregar aquela pesada camada metálica. E queria estar perto daquela flor?

– Se você disser a uma edelvais que virá às sete horas da tarde, ela aprontará sua corola no dia anterior. Mas, se você vier muito depois, encontrá-la-á murcha. Ela adoece com longas esperas.

O Cavaleiro permanecia atento. E anotou o 2º cuidado: Cumprir combinados.

Uma edelvais se entristece quando é deixada de lado, assim como um bibelô pegando pó que ficou esquecido em uma prateleira ou um casaco mofado no armário entre muitas gravatas inúteis. O Cavaleiro escrevia. (…)”

_____________
e.

Quer saber mais?  Assista o vídeo sobre o livro e acesse aqui opiniões de leitores de Marilice Costi. 

Convide a escritora para falar sobre seu processo criativo e muito mais!

Acesse nossa Loja Virtual (link aqui) e adquira o livro d

A FÁBULA DO CUIDADOR é um texto repleto de pensamentos positivos e de ensinamentos de vida. Marilice Costi produz uma deliciosa alegoria sobre as relações e os sentimentos, propondo ao seu leitor a crença nos próprios sentimentos e nos próprios sonhos, estimulando-o a fazer, tal qual a Edelvais: sair em busca deles.

Jane Tutikian, escritora e Diretora do Instituto de Letras/UFRGS
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Esta fábula se inscreve entre as obras que procuram iluminar uma das questões mais urgentes na sociedade contemporânea, em que se faz necessário um segundo nascimento do masculino, com a construção afetiva de um novo homem diante do surgimento de uma nova mulher. Uma leitura necessária a todos.

Dilan Camargo, escritor

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Indicado para atividades em grupos e na arteterapia em oficinas individuais ou grupais.

Você faz jogos?

A capitulação do livro A fábula do cuidador é apropriada para transformar esta fábula em um game ou uma animação.

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Conheça, abaixo, parte do capítulo: A Raposa, o Cavaleiro e a Edelvais

De longe, a Raposa viu que um Cavaleiro observava a flor à distância. Parecia ter receio de se aproximar.
– Flores são sensíveis a homens que choram. – disse-lhe a Raposa, ao perceber que o Cavaleiro tinha os olhos laminados d´água de dores colhidas em outros tempos.
A Raposa observou a delicadeza dele ao se aproximar, apesar do enrijecimento dos movimentos por causa da armadura na qual estava preso há tanto tempo, e pensou no quanto eles, juntos, poderiam modificar suas vidas.

Ele era do tipo que se irritava facilmente, era quando o volume de sua voz aumentava. Era preciso cuidar disso porque o som dissonante descontrolava a química da flor. Fale baixo, tome cuidado – alertou-lhe ela. Ele ouviu-a com atenção. O Cavaleiro puxou sua agenda e anotou os cuidados a tomar mesmo sabendo que não se responsabilizaria pela flor. Não sabia o motivo, mas ela lhe atraia. 1º) Falar com delicadeza. Ele andava com a memória cansada e não queria gastar energias com ela. Não sabia o porquê, mas sentia-se bem ao seu lado.

– Ao cativares uma edelvais – continuou a Raposa – você se tornará parte da vida dela, precisará regá-la com frequência, protegê-la do frio e dos vendavais. É por isso que ela necessita da redoma: para reter calor e umidade. Ali também ela cuida de suas pequeninas estrelas.
A Raposa falava àquele homem, que se assustava com os batimentos do próprio coração. Tinha tremores de medo de sofrer, estava cansado de carregar aquela pesada camada metálica. E queria estar perto daquela flor?

– Se você disser a uma edelvais que virá às sete horas da tarde, ela aprontará sua corola no dia anterior. Mas, se você vier muito depois, encontrá-la-á murcha. Ela adoece com longas esperas.

O Cavaleiro permanecia atento. E anotou o 2º cuidado: Cumprir combinados.

Uma edelvais se entristece quando é deixada de lado, assim como um bibelô pegando pó que ficou esquecido em uma prateleira ou um casaco mofado no armário entre muitas gravatas inúteis. O Cavaleiro escrevia. (…)”

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Esta fábula se inscreve entre as obras que procuram iluminar uma das questões mais urgentes na sociedade contemporânea, em que se faz necessário um segundo nascimento do masculino, com a construção afetiva de um novo homem diante do surgimento de uma nova mulher. Uma leitura necessária a todos.

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De longe, a Raposa viu que um Cavaleiro observava a flor à distância. Parecia ter receio de se aproximar.
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A Raposa observou a delicadeza dele ao se aproximar, apesar do enrijecimento dos movimentos por causa da armadura na qual estava preso há tanto tempo, e pensou no quanto eles, juntos, poderiam modificar suas vidas.

Ele era do tipo que se irritava facilmente, era quando o volume de sua voz aumentava. Era preciso cuidar disso porque o som dissonante descontrolava a química da flor. Fale baixo, tome cuidado – alertou-lhe ela. Ele ouviu-a com atenção. O Cavaleiro puxou sua agenda e anotou os cuidados a tomar mesmo sabendo que não se responsabilizaria pela flor. Não sabia o motivo, mas ela lhe atraia. 1º) Falar com delicadeza. Ele andava com a memória cansada e não queria gastar energias com ela. Não sabia o porquê, mas sentia-se bem ao seu lado.

– Ao cativares uma edelvais – continuou a Raposa – você se tornará parte da vida dela, precisará regá-la com frequência, protegê-la do frio e dos vendavais. É por isso que ela necessita da redoma: para reter calor e umidade. Ali também ela cuida de suas pequeninas estrelas.
A Raposa falava àquele homem, que se assustava com os batimentos do próprio coração. Tinha tremores de medo de sofrer, estava cansado de carregar aquela pesada camada metálica. E queria estar perto daquela flor?

– Se você disser a uma edelvais que virá às sete horas da tarde, ela aprontará sua corola no dia anterior. Mas, se você vier muito depois, encontrá-la-á murcha. Ela adoece com longas esperas.

O Cavaleiro permanecia atento. E anotou o 2º cuidado: Cumprir combinados.

Uma edelvais se entristece quando é deixada de lado, assim como um bibelô pegando pó que ficou esquecido em uma prateleira ou um casaco mofado no armário entre muitas gravatas inúteis. O Cavaleiro escrevia. (…)”

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Alguns comentários (4)

  1. Myriam Vigueras
    added on 3 Ago, 2020
    Responder

    Gosto muito da literatura de Marilice e este livro me surpreendeu muito. A FÁBULA DO CUIDADOR tocou muito profundamente em mim. Eu também sou cuidadora. Leitura leve, delicada e ao mesmo tempo profunda. PARABÉNS!

    • Marilice Costi
      added on 18 Ago, 2020
      Responder

      Que bom que tocou em vc! Obrigada.

  2. Dilamar Rodrigues dos Santos
    added on 2 Ago, 2020
    Responder

    Dos cuidados. Bela crônica tão próxima de nossa realidade quando pulamos etapas ou não consideramos o procedimento completo.

    • Marilice Costi
      added on 18 Ago, 2020
      Responder

      Obrigada pelo retorno do livro. Abraços.